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Politiquices: A Política do Medo

Sim, é sobre o Trump.

Não existiam muitas dúvidas sobre qual seria a posição de Donald Trump face aos Imigrantes ou ao Terrorismo, mas a forma como levaria avante essa posição poderia deixar algumas dúvidas. Mas já estamos esclarecidos.

O novo Presidente estadunidense opta pela Política do Medo, muitas vezes associada aos movimentos nacionalistas.

A sua Nação é a melhor. Os seus Cidadãos são os melhores. E quer uma quer outros têm de ser protegidos. E para tal, os fins justificam os meios.

Protegidos de quem? De todos os que não são "americanos".

Protegidos porquê? Porque os "outros" são as causas dos problemas económicos, da criminalidade, do sofrimento e da insegurança da "sua grande Nação".

Protegidos como? Reiterando os direitos dos cidadãos estadunidenses e negando os direitos de todos os outros. 

Os "outros" são o problema. Os "outros" são perigosos.

E, assim, difundindo a ideia de que a culpa é dos "outros" - que os ameaçam constantemente e os "roubam" dentro das suas próprias fronteiras - cria um movimento social e político de medo e ódio.

Eu não opiniei muito sobre a eleição de Donald Trump, pois é uma questão relativa à Democracia dos EUA e uma decisão dos seus cidadãos. No entanto, não posso deixar de me preocupar com as sequelas que o seu mandato como Presidente dos EUA pode deixar a nível mundial.

Quer o aceitemos ou não, os EUA têm sido a bítola dos avanços e mentalidades sociais ocidentais a nível mundial, como em tempos remotos foram a França ou a Inglaterra. A cultura e história estadunidense está presente em praticamente todos os países do globo, podendo, de certo modo, falar-se no imperialismo cultural dos Estados Unidos da América.

Se pensarmos na abolição da escravatura e nos direitos dos negros, rapidamente nos lembramos de filmes ou séries norte-americanos, ou então de Abraham Lincoln ou Martin Luther King Jr..

Se pensarmos na defesa dos Direitos LGBT, mais uma vez associamos às lutas e manifestações que ocorreram (e ainda ocorrem) nos EUA.

Os filmes produzidos por Hollywood são os mais vistos. A literatura e música estadunidenses são provavelmente as mais divulgadas e conhecidas por todo o mundo.

No fundo, o Sonho Americano é um conceito conhecido a nível mundial.

Ora o meu receio é que uma mudança nesta bítola da cultura ocidental - que faça a apologia desta Política do Medo - possa ter repercussões mundiais, levando outros a seguir o seu exemplo, fazendo a Humanidade retroceder.

Curtas: De regresso e em Destaque? Obrigado!

Não consigo deixar passar a oportunidade para mais uma vez dar os parabéns à equipa do SAPO Blogs pelo seu trabalho. E não o faço porque de vez em quando destacam os meus textos, faço-o porque já estive alojado em outros "serviços de blog" e de facto aqui é onde me sinto melhor.

Apesar de ter estado quase 1 ano sem escrever, quando regresso, o SAPO Blogs destaca um dos meus textos. Obrigado.

Agora tenho de confessar que fui ler o Destaque sem perceber que era o meu texto... Primeiro porque eu não tinha colocado uma imagem (obrigado pela escolha da imagem, equipa!), depois porque apenas considerei o título parecido (foi de manhã e o sono não ajuda) e, por fim, porque de facto me chamo Jhonny e o texto do Destaque começa por «O João pergunta...».

Foi uma barrigada de riso.

Enfim, o que realmente interessa é destacar o bom trabalho da equipa do SAPO Blogs. Sei que estão cá por nós, mas muitos de nós estão cá por causa do vosso trabalho. 

Politiquices: Trump confirma que não é Político

Uma semana após a sua tomada de posse, Donald Trump apresenta um motivo que confirma que não é um político habitual, aliás nem deve ser considerado sequer um político.

Porquê? Simples. Durante a campanha fez as suas promessas eleitoriais e começou logo a cumprir.

Quantos políticos conhecem que façam promessas eleitorais e depois as cumpram? E os que cumprem, por regra dão a volta à questão e fica apenas "meia cumprida".

Mas Donald Trump avisou logo o que iria fazer e como o faria. E cumpriu. Independentemente de serem promessas ou decisões "boas" ou "más".

De facto, o Presidente estadunidense não pode ser considerado político.

 

 

 

 

 

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